segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Bicicleta na arte em Inhotim





Artur Barrio

Porto, Portugal, 1945; reside e trabalha no Rio de Janeiro
Porto, Portugal, 1945; lives and works in Rio de Janeiro

O Ignoto 1996
Sal marítimo, bicicleta, lâmpadas, televisão, desenhos e materiais diversos
Marine salt, bicycle, lamp bulbs, TV set, drawings, and assorted materials

Artur Barrio se tornou famoso por suas obras realizadas nos anos 1960 e 1970, nas quais intervinha no espaço da cidade com sangue, ossos, pães e papel higiênico, reagindo ao ambiente repressivo e violento da ditadura militar no Brasil e às condições materiais de desigualdade do Terceiro Mundo. Para documentar estas obras efêmeras, Barrio realizou diversas séries de filmes e fotografias, que são afinal o meio pelo qual as conhecemos hoje. O Ignoto (1996) representa outra faceta, mais recente, da produção de Barrio, instalações que ocupam grandes espaços arquitetônicos: trata-se de uma obra onde a luz ambiente e o percurso conduzem a experiência e envolvem o visitante. O sal grosso marinho, principal elemento da instalação, se articula com metáforas de conservação e corrosão, permanência e impermanência, sendo triturado à medida que a obra é visitada. Num ambiente isolado, o Depósito Caótico, desenhos do artista se espalham pelo chão, numa alusão ao estado larval da criação.

Em Inhotim, muito bacana! Tem também um vídeo que mostra um homem que percorre Istambul numa bicicleta e toca o tulum, como forma de marcar uma resistência silenciosa numa cidade massificada por ícones de consumo. Legal demais. Esse vídeo é das artistas Allora e Calzadilla , o título é There's more than one way to skin a sheep, 2007.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Dia Mundial Sem Carro em BH





Mais umas de ontem!! Dia bom esse, né? Mais de 200 pessoas pedalando juntas!!! Maravilha total!!! Foi lindo!!!!
A galera reuniu na praça da liberdade às 19h de ontem e o passeio foi de aproximadamente 15 km. Alguns morrinhos foram punks mas a motivação foi maior ainda!!!
Bicicleta: Transporte inteligente, saudável e não poluente!!!

1º Pedala Rubinho





Essas são apenas algumas fotos do 1º Pedala Rubinho, ocorrido ontem, dia 22 de Setembro, no Dia Mundial Sem Carro. Com direito a sorteio de capacetes!!! O percurso teve aproximadamente 8 km e foi muito divertido!!!!
A galera que organizou é das Ciências Sociais da FAFICH/UFMG, mas eles não recusam companheiros de outras unidades e locais para o pedal!!! Teve bão!

sábado, 19 de setembro de 2009

25/09

Pessoal como devem saber, toda última sexta feira do mês ocorre o pedal da bicicletada. Estamos no mês em que se inicia a primavera, então nada melhor que envolver com tal. Sejamos criativos!!!rsrrs A palestra que ocorreria no dia 25 foi adiada para o dia 02/10. Vamos então nos juntar com a bicicletada e dar um rolé de primavera!!!!

sábado, 12 de setembro de 2009

GEBIKE do dia 02/10

Seminário dirigido por André Maia Schetino sobre sua obra:

Pedalando na Modernidade: a bicicleta e o ciclismo na transição dos séculos XIX-XX

André Maia Schetino é mestre em História Comparada pela UFRJ, professor do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix, Belo Horzonte – MG, possui licenciatura em Educação Física pela UFMG e especialização em Lazer pela UFMG.


Sexta-Feira , 02 de Outubro de 2009
Horário: 18:00 hr
Local: Sala 02 , 2º Andar da Escola de Educação Física/UFMG

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Sábado 19/09/09

Bom dia pessoal!

Recebi um e-mail e estou divulgando o evento aqui. No sábado , 19/09/09 de 9:00 às 12:00 a BHTrans distibuirá material educativo para motoristas e ciclistas em mais de 50 pontos da cidade.

"Nosso objetivo é colocar 500 empregados da empresa, junto a 100 colaboradores (vocês) e distribuir 140.000 cartilhas aos motoristas que estejam parados nos semáforos em 55 pontos diferentes e aos ciclistas que estiverem circulando nas nossas ciclovias (ver lista anexa). Desta forma, estaremos disponibilizando a mesma informação simultaneamente para o maior número de pessoas ao mesmo tempo estimulando o debate sobre o tema."
Quem quiser contribuir na distribuição das cartilhas, são vários pontos, você pode escolher:
Local
Referência
00 - Praça da Savassi
Savassi
01 - Av. N. S. do Carmo c/ Contorno
Sul-Centro
02 - Av. Bandeirantes – Praça JK
Praça JK
03 - Praça da Bandeira
Praça da Bandeira
04 - R. Estevão Pinto c/ Av. do Contorno
Serra
05 - Av Afonso Pena com Av. Brasil
Praça Tiradentes
06 - Praça Hugo Werneck
Área Hospitalar
07 - Av. Olegário Maciel com R. Caldas (Assembléia)
Assembléia
08 - Praça Sete
Centro
09 - Av. Augusto de Lima com R. Curitiba
Mercado Central
10 - Praça Raul Soares
Raul Soares
11 - R. Paracatu com Av. Augusto de Lima
Barro Preto
12 - Av. Amazonas com Contorno
Amazonas
13 - Av. Francisco Sá c/ André Cavalcante
Gutierres
14 - Av. Prudente de Morais c/ Av. Guaicuí
Cidade Jardim
15 - Av. Luis Paulo Franco (rotatória do BH Shopping)
Belvedere
16 - Av. Raja com Barão
Raja Gabaglia
17 - Av. Mário Werneck com Eng. Carlos Goulart
Buritis
18 - R. Úrsula Paulino c/ Augusto José dos Santos
Betânia
19 - Av. Tereza Cristina c/ Rua Benjamin Flores
Ciclovia Tereza Cristina
20 - Av. Waldyr Soeiro Enrich com Caetano Pirri
Caetano Pirri
21 - Av. Waldyr Soeiro Henrich com Antônio Teixeira Dias
Teixeira Dias
22 - Av. Olinto Meireles com R. Caetano de Azeredo
Barreiro de Baixo
23 - Av. Visconde de Ibituruna c/ Afonso Vaz de Melo
Centro do Barreiro
24 - Av. Tereza Cristina com Av. JK
PUC Barreiro
25 - Av. Silva Lobo c/ R. Barão Homem de Melo
Barão
26 - Rua Desemb. Barcelos com Av. Amazonas
Viaduto Silva Lobo
27 - Av. Amazonas com R. Conde Pereira Carneiro
Expominas
28 - Via Expressa (Estação da Gameleira)
Via Expressa
29 - Praça São Vicente
Padre Eustáquio
30 - Av. Carlos Luz C/ Av. Pedro II
Pedro II
31 - Av. Brig Eduardo Gomes com Ivaí
Dom Bosco
32 - Av. Atlântida c/ Abílio Machado
Alípio de Melo
33 - Av. Serrana com Prof. Clovis Salgado
Serrano
34 - Av. Tancredo Neves com Miguel Perrella
Tancredo Neves
35 - Parque Ecológico da Pampulha
Ciclovia Lagoa da Pampulha
36 - Av. Carlos Luz c/ Conceição do Mato Dentro
Ouro Preto
37 - Av. Antônio Carlos com Abrão Caram
Antônio Carlos
38 - R. Padre Pedro Pinto com Rua Menezes
Lagoinha - VN
39 - R. Padre Pedro Pinto c/ R. Nelson Albuquerque
Centro de Venda Nova
40 - Av. Vilarinho - Shopping Norte
Ciclovia Vilarinho
41 - Av. Alvaro Camargo com Rua João Samaha
Ciclovia Alvaro Camargos
42 - Av. Portugal c/ Dr. Cristiano Guimarães
Planalto
43 - Av. Waldomiro Lobo c/ Cristiano Machado
Norte
44 - Av. Bernardo Vasconcelos com Clara Nunes
Cachoeirinha
45 - Av. Cristiano Machado c/ Dom Leme
Cidade Nova
46 - Av. J. Cândido da Silveira com Cel. Alberto Gomes
Dom Joaquim
47 - Av. José Cândido c/ Conselheiro Lafaiete
José Cândido
48 - Av. Silviano Brandão com R. Gustavo da Silveira
Horto
49 - Av. Andradas com Itaituba
São Geraldo
50 - Rua Niquelina com R. Juramento
Saudade
51 - Av dos Andradas com Mem de Sá
Ciclovia Andradas
52 - Av. Contorno com Ponta Porã e com Niquelina
Santa Efigênia
53 - Av. Assis Chateaubriand c/ Av. do Contorno
Santa Tereza
54 - Rua Pouso Alegre com Itajubá
Floresta
Avisar até o dia 11/09 para receber a camisa!
GEDUC – geduc@pbh.gov.br – 3379-5611/12

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Carioca Vende Bicicletas de Bambu na Dinamarca



O desafio é como lidar com a deterioração do material. A bicicleta fica do lado de fora, exposta à chuva e ao sol. Flavio diz que a durabilidade da bicicleta de bambu é a mesma que uma de alumínio ou carbono, por conta dos produtos químicos que ele usa para tratar o material natural.
“No entanto, se um cliente quiser o bambu sem tratamento, por que é mais ecológico, então ela vai durar menos ou requerer uma manutencão mais constante”, diz. Pode parecer difícil convencer muita gente a gastar alguns milhares de euros para comprar uma bicicleta que, mesmo bem cuidada, não dura mais do que dez anos. Para Flavio, esse é justamente parte do charme do produto. Flavio prefere não usar tratamentos químicos pesados, que poderiam prolongar a vida do bambu. Mas que significariam, para ele, um caminho no sentido de um material mais artificial. “A ideia é o oposto”, diz. “Faz parte da história saber que o bambu vai se decompor. O bambu é biodegradavel. A tendência é ele se desmanchar na natureza. Isso pode ser positivo para o meio ambiente. Se você enterrar aquilo, depois de alguns meses, virou poeira.” É uma extensão da filosofia de baixo impacto ambiental que o transporte ciclístico já tem.
Agora, a pesquisa de Flavio é para projetar uma bicicleta com toda a estrutura de bambu. Hoje, ele ainda usa metal nas juntas. Seu plano é substituir por materiais orgânicos biodegradáveis. Aí, depois de algum tempo, bastaria mesmo apenas descartar a armação da bicicleta, como fazemos com casca de frutas. E transferir as peças metálicas, como a roda e as marchas, para outra estrutura também perecível.
(Alexandre Mansur)
Retirado de: